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O Guardião de Memórias, de Kim Edwards







Com mais de três milhões de exemplares vendidos nos Estados Unidos, "O Guardião de Memórias" é uma fascinante história sobre vidas paralelas, famílias separadas pelo destino, segredos do passado e o infinito poder do amor verdadeiro.
Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down.
Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu.
Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.
A força deste livro não está apenas em sua construção bem amarrada ou no realismo de seus personagens, mas, principalmente, na sua capacidade de envolver o leitor da primeira à última página.
Com uma trama tensa e cheia de surpresas, O guardião de memórias vai emocionar e mostrar o profundo - e às vezes irreversível - poder de nossas escolhas.




Achou o resumo acima interessante? Eu também achei. E comprei o livro. Mas ler este livro foi uma tortura. Ele conta uma das histórias mais chatas que já tive conhecimento. A leitura é pesada, arrastada, desinteressante. Cheguei até o fim porque me obriguei a isso. Não devia. Não foi bom em nenhum momento...









6 comentários:

Viviane Lima disse...

Concordo totalmente, Nina.

Eu não comprei o livro, graças a Deus. Mas o li, e a contracapa e a melhor parte do livro. Quando vejo ele na lista dos mais vendidos, chega me dá arrepios!!!

Beijocas

Nina Victor disse...

Um alívio em saber que não sou a única, Viviane.
Afinal, um livro tão badalado... mas é que é uma droga, ah isso é! :P

Beijo!

Anônimo disse...

Eu ainda estou lendo o livro , falta pouco para teminar ,para mim também está sendo uma tortura, fico me obrigando a ler achando que em algum ponto a história vai ficar interessante , mas pelos comentários melhor não perder tempo e partir para uma leitura melhor.

Nina Victor disse...

Faça isso... a história não melhora. Procure uma outra leitura e não perca seu tempo! ;)

William disse...

Eu acabei de ler o livro, cheguei a me desinteressar por um tempo, mas resolvi terminar... O livro permite alguns questionamentos sobre a postura do Dr. Henry... Como a insensatez de sua postura frente a situação, mas ao mesmo tempo vislumbro as loucuras que cometemos num estado abalado da consciência, e que somente são auto-toleráveis. A dor de uma família, definhada pelo tempo, só pode ser transliterada em doses excessivas de dramatismo e sensibilidade. Este livro critica o óbvio, o sensato e transpõe com realismo conjuntural a essência humana.

Roberta disse...

Nossaaa!!
Amei esse blog... ainda mais por ver que não fui a única a detestar o livro!
A história é muito interessante mas o livro é péssimo!! História arrastada, cheia de detalhes inuteis... não consegui terminar de lê-lo e até me culpava por isso, afinal de contas estava na lista dos mais vendidos!!
Será que o filme será melhor?

Bem, parabéns pelo blog
Roberta